quarta-feira, 13 de julho de 2016

Corretores de Imóveis os verdadeiros Brasileiros que não desistem.

Que o mercado imobiliário está ruim todos já sabem, mas que ele está deixando a maioria dos corretores a beira de um ataque de nervos isso, todo mundo sabe também.
Os Corretores trabalham muito, gastam muito, pensam muito, investem muito, fazem muitas visitas, saem com clientes que passam uma segurança que vão comprar o imóvel, mas chega na hora H o cliente desiste. Ou diz que já comprou, ou diz que vai pensar, ou diz que as taxas estão muito altas, ou que a mulher não gostou, ou que precisa mostrar para os Pais, ou que está inseguro por conta da economia ou, que a garagem é ruim no Jardins, ou que o apartamento é pequeno em Pinheiros, ou que está começando a ver agora e não tem pressa.
Considerando que o Corretor vive de vender imóveis ou fazer locações, como será que anda a vida do Corretor ?
Acho que não anda, talvez engatinhe com a sensação de voltar anos e anos para o passado.
O que fazer para melhorar as vendas e sempre estar otimista e esperançoso do mercado melhorar ?

Resposta : Frequente todas as palestras possíveis de auto ajuda  e como ser um super campeão de vendas em todos os lugares como a sede do Creci, do Secovi, Palestras em hotéis promovidas por portais ou sites de administração de imóveis.

Mas aí me perguntam: Mas se eu estiver em todos esses lugares como vou captar imóveis, falar com clientes, fazer fotos, atender telefones de possíveis clientes, visitar imóveis com os clientes, fazer anúncios, chorar para o gerente do banco, ou passar meia hora na portaria de um prédio pedindo pelo amor de Deus para o Zelador te passar um imóvel para você surpreender seu cliente, estudar o mercado, descobrir nichos paralelos, focar nas vendas ou locações, tentar obter o melhor imóvel para seu cliente, fazer parcerias com colegas sérios   ?

Aí eu respondo : Bom, acho que as perguntas já responderam.

Fernando Morad





segunda-feira, 21 de março de 2016

Apartamento para alugar no Paraíso.

Este apartamento fica perto da IBM, 250 metros do metrô Paraíso, 80 metros da rua Cubatão,supermercado Master, Drogaria São Paulo. Ele está com armários nos quartos e cozinha, uma vaga de garagem, bem iluminado e ensolarado. Valor da Locação $1.700.00 ( Um mil e setecentos reais ) está localizado na Tomás Carvalhal.










Telefones de contato: 011 97215 1696 - 011 3060 9109
e-mail de contato- morad.imoveis@uol.com.br

Apartamento de dois dormitórios na Vila Mariana.

Este apartamento está totalmente reformado, prontinho para você morar. Fica na Vila Mariana pertinho do parque e metrô. Tem dois dormitórios cozinha tipo americana, dep de empregados transformado em escritório, piso em porcelanato, armários novos, parte elétrica nova, enfim tudo pronto.
Telefones de contato: 011 3060 9109 - 011 97215 1696
e-mail - morad.imoveis@uol.com.br







segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

CRISE, UM POUCO DE CRISE...

Em nosso país, falar de crise não é uma novidade; em todas as instâncias as crises estiveram lá: econômica, política, social, etc.

Vamos dar uma passada rápida por elas...
Na década de 70, a crise do petróleo levou o Brasil ao racionamento e prejudicou a balança comercial. Setenta por cento do petróleo consumido no país era importado. Os postos de gasolina fechavam no fim de semana.
Durante os anos 80 (década perdida), surgiram milhares de planos infalíveis do Cebolinha. Entre eles podemos citar o Plano Verão, o Plano Bresser, e o Plano Cruzado. O governo precisou pedir a moratória em 1987, houve crise de abastecimento, faltavam produtos nas prateleiras de supermercados,  havia miséria, fome, e desigualdade em níveis estupendos. A inflação chegou a noventa por cento ao mês e as perdas salariais foram inevitáveis.
Já na década de 90, entre 1990 e 1995 a taxa inflacionária foi de setecentos e sessenta e quatro por cento.

Em 1995, começam os aumentos sucessivos dos juros para controlar a inflação; em 1998, a recessão econômica causa a elevação do desemprego; em 1999, investidores estrangeiros tiram bilhões de dólares do Brasil, e ascende a crise de confiança dos empresários no governo.
Nesse mesmo ano a paridade do real / dólar cai, e as taxas de financiamento disparam.
Governo recorre ao FMI. NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI SEM ELES MANDAREM.
Em 2001, com o apagão, o fornecimento de energia fica prejudicado e estipula-se uma meta que todos devem cumprir: empresas, comércios, residências, instituições, etc. Vem o  Proer, a salvação dos bancos...

Muitos não se lembram, mas é necessário procurar conhecer o histórico de crises no Brasil, visto que não são raros momentos de dificuldade financeira. Nosso país já viveu muitas crises piores do que a atual.
Precisamos aprender que sempre haverá momentos bons e ruins em nossas vidas, sendo ambos na grande maioria das vezes passageiros.
A crise na América do norte  arrefeceu-se e os preços dos imóveis já começaram a subir novamente, um movimento constante de vai e volta do capitalismo.
Portanto, vamos encarar mais esta com garbo elegância sem perder o humor.
Texto Fernando Morad


Contratos de compromisso de venda e compra.

Os contratos de compromisso de compra e venda de imóveis.

Contratos de compromisso ou promessa de venda e compra são largamente utilizados dentro do mercado imobiliário.
Justamente por isso, são e devem ser elaborados com bastante cuidado, sempre por um especialista no assunto.
A Morad Imóveis, por mais de dez anos no mercado, tem em seus arquivos mais de mil tipos de contratos, cada um personalizado para cada tipo de negociação.
Os contratos precisam prever toda e qualquer manifestação de vontade entre as partes desde que dentro da lei. VENDEDORES E COMPRADORES, caso seja necessário fazer valerem seus direitos, os mesmos devem estar expressamente previstos no contrato firmado visando diminuir os riscos de uma possível dor de cabeça.
Sim, diminuir é realmente o termo, pois não devemos esperar que os riscos de uma compra e venda de imóvel estejam completamente afastados. Um contrato bem feito pode e deve minimizar bastante os riscos.
Foto fachada Palácio da Justiça.
Texto e foto Fernando Morad


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

COMPRAR IMÓVEL...

A época de comprar imóvel no embalo acabou. O cliente bombardeado em 2014, com promessas de construtoras e imobiliárias de lançamentos de que o imóvel viria a ser um excelente investimento e retorno de capital dobrado, não se concretizou.
Voltando ao mundo real, é necessário fazer uma analise aprofundada sobre comprar ou não comprar um bem de raiz.
Para quem usufrui de estabilidade financeira e necessita morar, claro que comprar um imóvel é a melhor opção, ainda é um mal negócio deixar um dinheiro aplicado e morar de aluguel.
Embora pareça uma situação confortável, à longo prazo deverá se mostrar um erro de planejamento financeiro.
Imóvel sempre foi um investimento seguro - nem sempre rentável como uma aplicação bancaria -  mas seguro, e importante para sua história de crédito ao longo da vida.
Eu não conheço nenhum milionário(pelo menos os de verdade) que mora de aluguel, e tem investimentos em bancos ou bolsa de valores. É óbvio que primeiro você precisa de segurança patrimonial e depois investir no mercado.
Quem não tem imóvel próprio, muitas vezes, num negócio, acaba pagando um crédito mais caro pelo fato de não ter solidez amparada por um patrimônio físico.
O comprador que passa por um período de incertezas não deve contrair empréstimos imobiliários nem hoje em dia nem nunca, pois trata-se de anos e anos de pagamentos mensais que deverão ser saldados. A vontade e a necessidade de comprar um imóvel não devem sobrepujar a real condição financeira e planejamento cuidadoso que se deve ter nestes casos.
Evitar o impulso poupa muito desgaste, anos de recuperação financeira, e cabelos na testa.
Por fim, comprar imóvel é muito bom, mas é imperativo ter certeza e convicção de que é possível fazê-lo sem estragar as relações bancarias e também as relações afetivas. 

Leia mais no link abaixo.


Foto e imagem
Fernando Morad