CRISE, UM POUCO DE CRISE...

Em nosso país, falar de crise não é uma novidade; em todas as instâncias as crises estiveram lá: econômica, política, social, etc.

Vamos dar uma passada rápida por elas...
Na década de 70, a crise do petróleo levou o Brasil ao racionamento e prejudicou a balança comercial. Setenta por cento do petróleo consumido no país era importado. Os postos de gasolina fechavam no fim de semana.
Durante os anos 80 (década perdida), surgiram milhares de planos infalíveis do Cebolinha. Entre eles podemos citar o Plano Verão, o Plano Bresser, e o Plano Cruzado. O governo precisou pedir a moratória em 1987, houve crise de abastecimento, faltavam produtos nas prateleiras de supermercados,  havia miséria, fome, e desigualdade em níveis estupendos. A inflação chegou a noventa por cento ao mês e as perdas salariais foram inevitáveis.
Já na década de 90, entre 1990 e 1995 a taxa inflacionária foi de setecentos e sessenta e quatro por cento.

Em 1995, começam os aumentos sucessivos dos juros para controlar a inflação; em 1998, a recessão econômica causa a elevação do desemprego; em 1999, investidores estrangeiros tiram bilhões de dólares do Brasil, e ascende a crise de confiança dos empresários no governo.
Nesse mesmo ano a paridade do real / dólar cai, e as taxas de financiamento disparam.
Governo recorre ao FMI. NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI SEM ELES MANDAREM.
Em 2001, com o apagão, o fornecimento de energia fica prejudicado e estipula-se uma meta que todos devem cumprir: empresas, comércios, residências, instituições, etc. Vem o  Proer, a salvação dos bancos...

Muitos não se lembram, mas é necessário procurar conhecer o histórico de crises no Brasil, visto que não são raros momentos de dificuldade financeira. Nosso país já viveu muitas crises piores do que a atual.
Precisamos aprender que sempre haverá momentos bons e ruins em nossas vidas, sendo ambos na grande maioria das vezes passageiros.
A crise na América do norte  arrefeceu-se e os preços dos imóveis já começaram a subir novamente, um movimento constante de vai e volta do capitalismo.
Portanto, vamos encarar mais esta com garbo elegância sem perder o humor.
Texto Fernando Morad


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